

desertcart.com: The German Empire, 1871–1918: 9781107026742: Chickering, Roger: Books Review: Unexpected relevations - I wondered about this book but I learned a lot from it. Like the origins of lots of the things about Germany that came to pass in the 1930s. The history of the “Jewish problem” and the primacy of the Arian race. They all had their origins here. It was a time of tremendous change much like now. Also the origins of the European issues between Germany and the neighboring countries. Review: Must read history book - A classic which any one interested in The Great War should read. Hard to put down!



| Best Sellers Rank | #387,093 in Books ( See Top 100 in Books ) #110 in European History (Books) #683 in German History (Books) |
| Customer Reviews | 4.6 4.6 out of 5 stars (29) |
| Dimensions | 9.02 x 5.98 x 1 inches |
| ISBN-10 | 1107026741 |
| ISBN-13 | 978-1107026742 |
| Item Weight | 2.45 pounds |
| Language | English |
| Print length | 665 pages |
| Publication date | March 6, 2025 |
| Publisher | Cambridge University Press |
D**N
Unexpected relevations
I wondered about this book but I learned a lot from it. Like the origins of lots of the things about Germany that came to pass in the 1930s. The history of the “Jewish problem” and the primacy of the Arian race. They all had their origins here. It was a time of tremendous change much like now. Also the origins of the European issues between Germany and the neighboring countries.
S**I
Must read history book
A classic which any one interested in The Great War should read. Hard to put down!
E**E
readable of sorts
Older solid tratments should have been acknowledged
A**Y
Excellent report on current scholarship
This madly informative book is only for the serious reader, but it richly rewards with its broad focus on multiple aspects of the Second Reich’s history. Not a strict political narrative but doesnt neglect that—or much else. His citations will point the interested reader in the right directions. Can’t skip this one if you’re interested in the period.
C**R
Detail Demographic Study
I read about half of the book. It is a very detailed demographic academic study of Imperial Germany. In summary the author spends too much time describing the trees and ignoring the forest and its surrounding environment.
P**T
Scholarly and Fascinating Book
This book is comprehensive and excellent.
M**L
New Classic Survey!
Excellent survey of imperial German history.
A**L
Sonderweg? Very educating history of Imperial Germany
Roger Chickering’s “German Empire, 1871-1918” provides an excellent survey of the political, economic and cultural dynamics of the German Imperial era. Some highlights: >The German unification/founding of the Empire was really the establishment of Prussian hegemony over non-Austrian Germany >The Prussian budget was larger than the federal/imperial budget! Prussian Monarch and bureaucracy made all of the decisions. >German Empire wasn’t entirely authoritarian. The Reichstag became increasingly influential (to the chagrin of the conservative factions) >German Empire had the best social insurance in the world (actually thanks to Bismarck). >On the eve of WW1, the socialist party was the largest party in the Reichstag. Moderate socialists took over after Wilhelm II abdicated. >Reichstag wasn’t all great. The Liberal factions led the persecution of Catholics, Socialists and Poles (other ethnic minorities). All of these persecutions were counterproductive. >The key issue in their constitutional is that the army only reported to the monarch and didn’t answer to the Reichstag. The infamous Schlieffen plan was never fully shown to the civilian leadership!
E**O
A obra German Empire, 1871–1918, de Roger Chickering, constitui uma das sínteses mais influentes e equilibradas sobre o Segundo Reich alemão. Distanciando-se tanto das interpretações teleológicas que veem o Império como um simples prelúdio do nazismo quanto das leituras excessivamente institucionalistas, Chickering propõe uma análise multifacetada do Estado alemão como uma formação política moderna, dinâmica e profundamente tensionada por contradições sociais, culturais e políticas internas. O livro insere-se numa tradição historiográfica anglo-saxã que busca compreender o Império Alemão não como uma “anomalia autoritária” na Europa liberal, mas como uma sociedade que experimentou — ainda que de forma peculiar — os processos centrais da modernidade: industrialização acelerada, urbanização, mobilização de massas, secularização relativa e politização crescente. Chickering inicia sua análise com a unificação alemã de 1871, enfatizando o caráter contingente e conservador do processo. A criação do Império não representou uma ruptura revolucionária, mas antes uma consolidação do poder prussiano sob a égide de elites aristocráticas e militares. Otto von Bismarck surge como figura central não apenas pela engenharia diplomática da unificação, mas por sua capacidade de criar um sistema político híbrido: constitucional na forma, autoritário na prática. O Reichstag eleito por sufrágio universal masculino coexistia com um executivo responsável perante o Kaiser, não diante do parlamento. Para Chickering, esse arranjo não bloqueou completamente a vida política moderna, mas produziu uma cultura de oposição estrutural, na qual partidos — especialmente os liberais e os sociais-democratas — podiam mobilizar massas sem jamais alcançar o controle efetivo do Estado. Um dos maiores méritos do livro é a atenção dedicada à transformação social do Império. Chickering descreve a Alemanha como uma das sociedades mais rapidamente industrializadas da Europa, marcada por um crescimento urbano explosivo, pela consolidação de uma classe trabalhadora organizada e por um notável avanço científico e técnico. Essa modernização, contudo, ocorreu em meio a intensas ansiedades culturais. O autor explora o fenômeno do Kulturkampf, a luta do Estado contra o catolicismo político, bem como o medo burguês do socialismo e a persistência de valores aristocráticos em instituições-chave como o exército e a burocracia. O resultado foi uma sociedade altamente mobilizada, mas profundamente fragmentada, na qual identidades confessionais, regionais e de classe moldavam a experiência política. Chickering rejeita a ideia de que o Império Alemão fosse politicamente estagnado. Ao contrário, ele demonstra como o período assistiu à emergência de uma verdadeira política de massas, com partidos modernos, imprensa partidária, sindicatos e associações cívicas. O Partido Social-Democrata (SPD), em particular, é apresentado como o maior partido socialista da Europa, um fenômeno que desafiava permanentemente a ordem imperial. Entretanto, a incapacidade do sistema constitucional de traduzir essa mobilização em poder governamental efetivo gerou frustrações cumulativas. Para Chickering, essa disjunção entre participação política e autoridade estatal contribuiu para a radicalização do discurso público e para a busca de soluções extraparlementares — um elemento crucial para compreender a instabilidade do regime às vésperas da Primeira Guerra Mundial. Na análise da política externa e do militarismo alemão, Chickering adota uma postura cautelosa. Ele evita interpretações monocausais da Primeira Guerra Mundial, enfatizando antes a interação entre pressões internas, rivalidades internacionais e escolhas contingentes das lideranças imperiais. O militarismo, longe de ser um simples resquício prussiano, é descrito como um fenômeno socialmente difundido, legitimado por amplos setores da sociedade como instrumento de coesão nacional. A guerra de 1914 surge, assim, não como um desvio súbito, mas como o ponto de convergência de tensões acumuladas. Chickering destaca como o conflito exacerbou as fragilidades do sistema imperial, levando à militarização total da política, ao colapso econômico e, finalmente, à deslegitimação da monarquia. No tratamento do fim do Império, Chickering é particularmente cuidadoso em evitar leituras deterministas. A derrota de 1918 não é apresentada como o resultado inevitável de falhas estruturais desde 1871, mas como o desfecho de uma guerra industrial total que ultrapassou a capacidade de sustentação política e social do Estado alemão. Ainda assim, o autor reconhece que certas heranças do Império — como o enfraquecimento do parlamentarismo, a autoridade simbólica do exército e a fragmentação cultural — condicionaram profundamente a República de Weimar. O livro, portanto, contribui de forma decisiva para o debate sobre continuidade e ruptura na história alemã moderna. German Empire, 1871–1918 é uma obra de síntese exemplar, que combina clareza narrativa com sofisticação analítica. Roger Chickering apresenta o Segundo Reich como uma sociedade moderna e contraditória, cujo dinamismo não pode ser reduzido a um caminho linear rumo ao autoritarismo do século XX. Ao enfatizar a complexidade das experiências sociais e políticas do Império Alemão, Chickering oferece ao leitor uma interpretação que desafia simplificações e convida à reflexão crítica sobre os limites e possibilidades da modernidade política na Europa continental. Trata-se, portanto, de uma leitura essencial para quem busca compreender não apenas a história da Alemanha imperial, mas os dilemas mais amplos da formação dos Estados modernos.
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